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Brazilian Journal of Nephrology, 1(45), p. 95-101, 2023

DOI: 10.1590/2175-8239-jbn-2022-0049pt

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Análise de custo-efetividade do paricalcitol intravenoso vs. calcitriol oral no tratamento do hiperparatireoidismo secundário à doença renal crônica

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Abstract

Resumo Introdução: O hiperparatireoidismo secundário (HPTS) à doença crônica renal (DRC) é caracterizado por elevados níveis de paratormônio (PTH), hiperplasia das glândulas paratireoides e doença cardiovascular. Para a redução dos níveis do PTH, estão disponíveis no mercado brasileiro os ativadores não seletivos e seletivos do receptor da vitamina D e os calcimiméticos. Objetivos: Desenvolver análise de custo-efetividade (C/E) e de impacto orçamentário (IO) do paricalcitol intravenoso vs. calcitriol oral para pacientes em diálise com HPTS, na perspectiva do Sistema Único de Saúde. Metodologia: Foi construído um modelo de árvore de decisão para a análise de C/E, que considerou o desfecho morte evitada e um horizonte temporal de 1 ano. Quanto à análise de IO, foram considerados dois cenários, sendo um de demanda aferida e um de abordagem epidemiológica, baseado nos dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia. Resultados: A análise mostrou que a relação de C/E foi de R$ 1.213,68 ao ano, e uma efetividade incremental de 0,032, referente à morte evitada. A razão de C/E incremental foi de R$ 37.927,50 por morte evitada para o paricalcitol. Estimou-se que o IO incremental com a ampliação do uso do paricalcitol estará entre R$ 1.600.202,28 e R$ 4.128.565,65 no primeiro ano, considerando os cenários principal e o epidemiológico. Já no fim de 5 anos após a ampliação do uso, estimou-se IO incremental entre R$ 48.596.855,50 e R$ 62.90.555,73. Conclusão: O paricalcitol intravenoso tem eficácia superior e segurança semelhante ao comparador calcitriol oral, diminuindo a mortalidade geral dos pacientes em diálise, embora implique maior custo.